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Colunistas - Moisés Queiroz

FUZILEIROS NAVAIS ENTRAM NA GUERRA NO RIO DE JANEIRO

Publicado na edição 109 de Fevereiro de 2011

No mês de novembro de 2010, aqueles que viviam à margem de nossa sociedade desafiaram os poderes constituídos de nosso estado; e como não poderia deixar de ser, a resposta foi imediata. Felizmente, o governo do estado do rio de janeiro solicitou ao governo federal o emprego de tropas federais, sendo enviados ao nosso estado, reforço a polícia federal, polícia rodoviária federal, brigada paraquedista e a marinha do Brasil representada por militares do corpo de fuzileiros navais com seus blindados (Dlanf e Piranha). Sendo que uma palavra definiu muito bem a atuação dos fuzileiros navais neste importante momento de nosso estado; e esta expressão largamente empregada foi a palavra – fundamental (que tem caráter essencial, que serve de fundamento, de base).

Esta palavra definiu a importância da participação dos Fuzileiros Navais e suas máquinas de guerra, sem as quais, provavelmente as forças de segurança de nosso Estado estariam expostas nas primeiras curvas de nível da comunidade Vila Cruzeiro.

Com uma pequena mostra do poderio desses combatentes, viu-se o inimigo batendo em retirada, totalmente desmoralizados e escondendo-se covardemente na comunidade do Complexo do Alemão.

E hoje destacamos a união das forças armadas com a polícia militar de nosso estado, lembrando a quem possa interessar que os militares do corpo de Fuzileiros Navais de ontem, hoje e sempre, jamais deixarão de avançar ao comando de defesa da Pátria e do Estado.

Não se esqueçam, os Fuzileiros Navais aqui estão, por isso podemos bradar o nosso lema – ADSUMUS!

Obs: Adsumus, termo latim que significa: aqui estamos ou estamos prontos.

Moisés Queiroz
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