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Clóvis Mendes

Publicado na edição 113 de Julho de 2011

Em 1965, recebi honroso convite da Simão da Mota, para estar presente na recepção que ele iria (como o fez), fazer a seu irmão gêmeo, o Conde Drácula (fantasma como ele) dentro da festiva pelo IV Centenário de Magé, onde vive até hoje. Pelos motivos de não comparecer na agenda 21, também não fui. Mas, logo que pude fui ao Cemitério de Santo Aleixo e aos seus habitantes perguntar: Como foi a festiva de Simão? Como resposta, uma inaudita tagarelice, em tudo igual à dos “Contadores de Histórias de Magé”. Se a cara lhe serve, pode usar a puçá.

Não poderia deixar de agradecer aos amigos (as) que confessaram sob tortura, que leram minha coluna anterior, comprometendo todos, lerem esta da mesma forma. Senão...

Eu sempre soube que Magé tinha direito. Mas, só agora estou ciente que tem (e como), através daquela que já foi minha luta, mas agora muito melhor qualificada, pelo aguerrido advogado Darke Baptista dos Santos Junior, em relação aos desgraçados e corruptos pedágios da CRT, que transformaram nossa querida Magé num GUETO. O embrião desses pedágios, começou num almoço realizado numa churrascaria (quando havia), no quilômetro um da Rio-Magé, com a presença de TODOS OS VEREADORES DE MAGÉ E 3 SENHORES. A sobremesa ($) erro gráfico, deixaram todos exultantes, assim como Mané Garrincha, após marcar um gol contra o Flamengo. Dá-lhes DARKE!!!

O coronel Josias, quando comandava o 34° BPM – Magé, solicitou-me escrever como foi a minha vivência com o 6° BPM-Duque de Caxias, antes da fusão com o estado da Guanabara. Qualquer dia desse contarei como foi. Mas, a algum plagiador de plantão aviso: Fui eu quem trouxe a PM para Magé.

A lei estadual n° 126 de 10.05.1977, a Lei do Silêncio, estabelece restrições e limites toleráveis das emissões de ruídos e sons, mesmo durante o horário diurno. Só que em Magé, falta autoridade para impor essa lei. A barulheira de propagandas volantes e as fixas em casas comerciais, já está incomodando aos “Caixas dos Pedágios”, para se chegar ao inferno, para solicitar a Satã alguma “improvidência desadministrativa”. Harre!!!

Não é a inteligência jurídica responsável pela falta de Justiça.

E por hoje é só. Sorria Periferia!

 Legendas:

1 Minha amiga Vânia Pinheiro (Top da altíssima sociedade de Ilhéus, o colunista Luiz Bonfim, Haroldo e Zai Brito, dono do Bar Água dura, o mais badalado na Forrozeira de Ibicuí – Bahia.

2 Defunto não inaugura obra: Por isso, fui ao cemitério de Santo Aleixo, inaugurar minha última morada. Não é bonita?

Clóvis Mendes
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