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Colunistas - Rosinha Matuck

UM SONHO SONHADO

Publicado na edição 113 de Julho de 2011

Sonhei que Magé havia sido premiada pelos deuses do Universo nos trazendo a tão desejada Liberdade e, com ela, a educação e a saúde sendo priorizadas de forma urgente, os PSFs revitalizados com dignidade e medicamentos para os nossos munícipes, adequados à legislação do Ministério da Saúde. 

Sonhei com uma Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24horas. E o nosso Hospital Municipal era o máximo, todo equipado tendo em vista a necessidade da população, com cirurgias de média complexidade tais como hérnia e vesícula, entre outras. Os partos e o atendimento à mulher eram priorizados.

A Educação era de acordo com a necessidade dos estudantes. Os professores eram bem remunerados e nunca aprisionados ao vínculo politiqueiro.

Havia sido feito o levantamento imediato das contas da gestão anterior pelo Tribunal de Contas do Estado e revistos todos os contratos e convênios recentemente pactuados. 

A nossa ÁGUA também estava liberta, com a iniciação das obras para ampliar a rede de distribuição interrompida pela maldade dos governos anteriores.

Havia parceria com os governos do Estado e Federal para inscrição de Magé no Projeto de Aceleração do Crescimento - PAC II e a reestruturação do transporte público, que tinha sido a vergonha mais desrespeitosa com a população.

No meu sonho... o desenvolvimento de um programa de incentivo para captação de indústrias e empresas para Magé tinha como objetivo oferecer emprego aos mageenses. E um diálogo aberto com os cidadãos havia detectado as necessidades mais prementes e o que realmente se pudesse fazer num curto período. 

No meu sonho as ruas tinham nomes de flores, o canal era navegável e Magé respeitado nacionalmente como um povo a quem, por ter sido massacrado pela política durante anos, agora no auge das possibilidades tudo era permitido - inclusive o passe livre para as crianças irem às escolas e merenda sem superfaturamento.  E não era preciso sortear bicicletas para manter o aluno na escola. O direito de ir e vir estava garantido, livre de uma CRT que nada oferece para o Município além de trocas de favores menores, com a população pisando no asfalto ordinário de R$1,99 quando é sol e na lama quando chove.

Esse sonho tão sonhado pode não ser apenas um sonho. Ele pode se tornar realidade se não vendermos nossa única moeda que é o VOTO por apenas R$30,00 - que foi o dinheiro por que Judas vendeu Jesus - e por isso estamos nessa “M”.

Rosinha Matuck
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