JORNAL MILÊNIO VIP - Cantinho da Alma: A Autoridade

Colunistas - Izaura Hart

Cantinho da Alma: A Autoridade

Publicado na edição 115 de Setembro de 2011

Não é difícil se perceber que tanto o dinheiro como a autoridade são delegações das quais  se pedirá contas aos que delas estão fazendo uso.

Não se iluda quem possua o recurso financeiro, acreditando que ele nunca terá fim. O mesmo acontece a quem se acha investido de uma autoridade por estar ocupando um cargo momentaneamente, por exemplo.

Tanto quanto o dinheiro  existe para ajudar o progresso, para dar empregos e para  ser um meio de vida, a autoridade  vem acompanhada de uma grande responsabilidade, porque aquele que a detém, responderá pelo uso que faz dela diante da lei de Deus.

Desta forma, desde os pais que conduzem os destinos de seus filhos menores, até diretores, professores, magistrados, chefes de pequenas repartições ou empresas grandes, líderes religiosos, governantes das diferentes esferas, sejam municipal, estadual ou federal, TODOS, prestarão contas de sua administração!

Aquele que teve a oportunidade de conduzir seus comandados para o bem, com respeito, justiça, amor e discernimento e não o fez, certamente estará frente à sua própria consciência  para responsabilizar-se diante da Lei de Deus.

“Aquele que for fiel no pouco, também o será no muito”. Segundo se deduz dessas palavras aquele que souber usar para o bem de todos tanto o dinheiro quanto a autoridade que tenha, certamente lhes serão oferecidas novas oportunidades de construção.

A única autoridade que nunca será retirada porque não é fruto do poder temporário do mundo, é a AUTORIDADE MORAL, adquirida pelos esforços diários de aperfeiçoamento íntimo e exercício no BEM.

É a autoridade de Madre Teresa de Calcutá, de Irmã Dulce, de Chico Xavier, e de tantos Judeus, Católicos, Espíritas, Evangélicos, Umbandistas, etc que  tudo fazem para não prejudicar ninguém, fogem  da inveja, do ciúme, da prepotência da vaidade. É a autoridade que está nos olhos daquele “velho pai”  que, mesmo alquebrado pelos anos vividos, ainda me faz sentir vergonha quando o desrespeito ou deixo de ser correto na vida.

Pensemos nisso.


     


Izaura Hart
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