JORNAL MILÊNIO VIP - Desilusão

Colunistas - Clóvis Mendes

Desilusão

Publicado na edição 119 de Fervereiro/Março de 2012

Desilusão
... Há um pegajoso delírio público encabeçado por um SABARUNO, que se põe  como mestre- sala , num carnaval sem confete, serpentina e porta bandeira. Mas exigente requer em sua masmorra o aplauso do morto. Desilusão, não é somente o lindo Samba de Paulinho da viola é o marco regulatório das falácias nas barbearias, salões de belezas, filas em lotéricas, bancos e até mesmo nos botecos, onde só os felizes se reúnem, sem a presença contagiosa de quem para ser feliz cerca-se de seguranças armados como se a felicidade disso fosse necessária. Felicidade irmã gêmea da euforia veste-se com o que há de mais belo em seu sorriso com alegria rotulando qualificativamente. Na política a mediocridade é um Brasão segundo Machado de Assis.

O Último

Waldemar de Lima Teixeira quer queira ou não foi o último prefeito de Magé. Todos que vieram depois foram meros zeladores do Palácio Anchieta. Pra Magé trouxe ele Tudo. E agora de Magé Tudo tiraram, até o direito de indignação.

Com a Flor não se brinca
Nunca encontrei qualquer Moção felicitando a Flor de Magé em sua data de fundação nem mesmo quando comemoramos o nosso centenário, mas agora que estamos no ano 112 de nossa fundação e ciente de que somos a mais antiga instituição carnavalesca do mundo, não iríamos nunca deixar que sobre a nossa flor, seja jogada qualquer mácula, somos uma colmeia que em harmonia silenciosa trabalha.

Agradecimentos.
Agradeço a professora Tereza Brandão Filho por se lembrar do meu aniversário e ao amigo-irmão Juvêncio Damasceno, executivo da distribuidora de água de Brasília que passou o domingo em minha residência, revolvendo momentos lindos de Ibicuí - Bahia, nossa terra natal.
Por hoje é só. Sorria periferia!

Clóvis Mendes
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