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Colunistas - Gilvaldo Dias Guerra

A HISTÓRIA DE UM MAGEENSE QUE VIROU DOUTOR

Publicado na edição 138 de Março de 2014

Nesse novo episódio sobre o Grupo Escolar Joaquim Leitão, aparecerá um detalhe que eu não sabia. 

O Joaquim Leitão, digo o prédio, foi inaugurado em 18 de agosto de 1954, mas ele já existia desde 31 de julho de 1943. Antes, desde 1934, funcionava com o Nome Escola Estadual Isolada, cuja Diretora era Rute Telles de Menezes.

Tanto a Escola Isolada e o Joaquim Leitão, ficara na Vila Operária, próximo à casa do Sr. Élcio, Dona Olívia, Sr. Floriano e Euzébio de Castro. A casa... da Diretora, era onde está à casa do saudoso Profº Camacho. Ali era a casa da Diretoria Rute Telles de Menezes.

A História é de um garoto, cujo pai é camponês e a mãe operária de fábrica. Antigamente, quando se fazia 14 anos tantos os garotos como as garotas eram colocado para trabalhar e o tempo passava até se aposentar.

A Diretora Rute, não olhava essa trajetória, como um futuro para os seus alunos. Ela sempre falava, estudem, procurem aprender e sair para estudar fora de Magé, pois a cidade não tinha o Curso Ginasial.

Esse garoto, pobre, que vendia doces para ajudar a família, recebeu esse desafio como prioridade para o seu futuro. Essa Diretoria incansável, além de ensinar, cobrava as lições.

Esse menino pobre, com toda dificuldade, passou na prova de Admissão e foi para Grande Cidade chamada Rio de Janeiro. 

Por isso coloquei essa música que diz: “Quem acredita sempre alcança”.

Agradeço a Profº Ivone Bochat, que foi aluna do Pedagógico, pelas ricas informações, que foram retiradas de seu Livro “Memórias de uma Filha de Pastor.

Gilvaldo Dias Guerra
GRUPO RESGATE MEMÓRIA MAGÉ

 

Gilvaldo Dias Guerra
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