Colunistas

NEUZA CARION

Membro-fundador da Academia Mageense de Letras
Ex-aluna da Faculdade Nacional de Direito, Trabalhou no projeto dos CIEPs como Animadora Cultural, Foi editora da revista Guia & Cia. no período de 1991 a 1997

AMOR AMOR (Edição 161)

De todas as formas que o amor toma, a mais forte é o amor de mãe. Força básica e complexa, dinâmica e estável, intensa e duradoura, imutável e em constante transformação, óbvia e surpreendente, antiga e sempre nova.De todas as formas que o amor toma

SURPRESA OLÍMPICA (Edição 159)

A belíssima - em minha opinião - cerimônia de abertura oficial dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, que deixou os brasileiros, em sua maioria, cheios de emoção e orgulho, foi assunto dominante na mídia e nas redes sociais, dentro e fora do país, em

WE, THE PEOPLE - NÓS, O POVO (Edição 158)

Correm pela internet textos, imagens e vídeos chamando à consciência e à ação. O problema é que as mensagens, em geral, têm um objetivo político-partidário que, na verdade, não propõe uma mudança, mas uma “troca”.

MULHER (Edição 157)

Tempos atrás, quando estava voltando a escrever depois de anos de jejum, joguei (literalmente...) no papel meus sentimentos de dúvida, insegurança, medo, esperança, perplexidade, incerteza.

LUZ, ENFIM (Edição 156)

Indignação, revolta, sentimentos de injustiça e impotência diante do descaso e da má fé, levaram o povo decepcionado e cansado de esperar, a tomar iniciativas, a se manifestar. Enfim, um alento de esperança, um lampejo de luz.

É O JUÍZO FINAL? (Edição 155)

O país está pegando fogo. De novo. Ou ainda... Ao menos estava, até há bem pouco.

DO BEM E DO MAL (Edição 154)

Tempos atrás escrevi a uma amiga e decidi reproduzir o texto aqui, em razão das tristes histórias que temos visto divulgadas.

BUCOMELANCÓLICA (Edição 152)

Escrevi o texto acima no dia em que se completou um ano de morte do meu pai. Ainda hoje, quase trinta anos depois, me emociona.

FILOSOFANDO (Edição 151)

Este ano Magé comemora os 450 anos de sua fundação e creio que começo a perceber sinais de interesse em sua História,

DEVOÇÃO (Edição 149)

Escrevi e publiquei o texto abaixo há exatos vinte e um anos.

SEM-NOÇÃO (2015) (Edição 148)

A expressão se popularizou assim, adjetivada, significando a falta do conhecimento mínimo, indispensável.

É NATAL (Edição 147)

De repente é Natal. A gente nem se dá conta e de repente é Natal. Pensando bem, qual a importância disto, qual o seu significado, o que faz o mundo girar em torno de uma data?

VONTADE DO POVO (Edição 146)

Recebi esta semana um e-mail que divulgava notícia sobre a política nacional, se encerrava pedindo que fosse repassado e compartilhado

E AGORA? POR: NEUZA CARION (Edição 145)

Então, exercido nosso sagrado direito e cumprido nosso dever constitucional, podemos tranquilamente aguardar as próximas eleições para fazermos nossa parte.

DECISÕES (Edição 144)

Estamos, de novo, em tempo de decisão.

SEM-NOÇÃO (Edição 143)

A expressão se popularizou assim, adjetivada, significando a falta do conhecimento mínimo, indispensável.

ESCLARECIMENTOS (Edição 142)

No artigo da edição passada fiz alguns comentários que exigem esclarecimento e aprofundamento para, ao menos, corrigir alguns equívocos e possíveis mal-entendidos.

AMENIDADES, CURIOSIDADES, QUESTIONAMENTOS (Edição 141)

unho. Para nós, fim do outono, início do inverno, dias mais curtos que as noites, frio. No Hemisfério Norte, o oposto: calor, dias mais longos que as noites, primavera/verão.

CAMINHOS (Edição 140)

A vida é uma viagem: uma aventura que não escolhemos fazer e em cujo início somos levados por caminhos que desconhecemos. Na caminhada aprendemos.

PERTENÇA (Edição 139)

É preciso não viver em vão. Isto inclui aprender as lições da vida e usar tudo o que se aprende para melhorar. Algo que vale aprender é que cada um tem um lugar que é seu e um papel a cumprir.

ANIVERSÁRIO (Edição 138)

Envolvidos com os acontecimentos marcantes dos últimos tempos, deixamos passar em branco o aniversário do nosso jornal, em fevereiro.

TEMPO QUENTE (Edição 137)

Fevereiro: férias, festa, folia, fantasia, fervura: frevo e samba e axé. Mesmo quando o calendário empurra o Carnaval para mais adiante.

FÉ E GRATIDÃO (Edição 136)

Espero que você traga bons momentos e seja parcimonioso com as dificuldades. Que o trabalho seja produtivo e o repouso reconfortante.

O QUE SERÁ DO AMANHÃ? (2) (Edição 135)

Acho que estou numa crise de criatividade: outro título de artigo repetido? Deve ser a idade...

AMOR À VIDA (Edição 134)

Bem que eu tentei, mas não deu. Quis me concentrar, pensar em outras coisas, mas não consegui.

PARA CLARISSA II (Edição 133)

larissa, esta é a segunda mensagem que lhe escrevo e, de novo, peço que não se aborreça por fazê-lo assim, publicamente.

A VOZ DA PRAÇA (Edição 132)

"A praça é do povo, como o céu é do condor" (Castro Alves)

A PRAÇA (Edição 131)

Nesta praça meus filhos – todos, cada qual a seu tempo - brincaram e aguardaram a hora de voltar para casa - primeiro na saída da escola, mais tarde na saída dos bailes.

MEA CULPA? OU A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR (Edição 130)

... por que nós mulheres nos queixamos tanto, por que precisamos declarar e combater uma guerra dos sexos se, afinal, quem educa e forma os homens basicamente somos nós, as mulheres?

FELIZ VIDA NOVA (Edição 129)

E o mundo, afinal, não acabou...

ANO BOM (Edição 128)

O ano chega ao fim. Para mim tem sido um bom ano, perdas e ganhos compensados, nem grandes alegrias, nem grandes tristezas, as emoções em repouso. Passou até rápido, sem marcos ou marcas.

DA CULTURA (Edição 127)

No artigo publicado na edição anterior a esta, defini Educação como o meio formal de transmissão das Culturas e das Ciências.

NÃO SEM EDUCAÇÃO (Edição 126)

Li há algum tempo um artigo da jornalista Miriam Leitão, intitulado “Não sem a mulher”. É uma crônica sobre a condição feminina – um assunto que me sensibiliza e motiva, sempre.

O DONO DO PODER (Edição 125)

Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

PAI (Edição 124)

Felizes os abençoados com – e por – um pai que sabe honrar este título: só têm motivos para comemoração no dia em sua homenagem.

SIC (Edição 122)

SIC TRANSIT GLORIA MUNDI ou DA TANSITORIEDADE DAS COISAS

MAGÉ +20 (Edição 122)

Este é mais um mês recheado de datas especiais: dia do Meio Ambiente, dia de Anchieta e do aniversário da cidade, dia dos namorados, festas juninas. Tantos festejos, tantos eventos...

DESAGRAVO (Edição 121)

Entre a efervescência do verão e a introspecção do inverno, o mês de maio é um mês brando, suave, ameno como seu clima.

VERGONHA ALHEIA (Edição 120)

Ao assistir à matéria veiculada no Fantástico sobre corrupção, com entrevistas gravadas nas empresas que pagam propina, não fiquei surpresa, é claro, e a indignação que senti foi compatível...

ACABOU NOSSO CARNAVAL (Edição 119)

E agora o ano começa de “verdade”. Mas antes de seguir em frente é preciso dar uma olhadinha para trás, para ajudar a ajustar o rumo.

MUNDO ANIMAL (Edição 118)

Tudo começou com uma piada da Mileninha, uma sátira, usando figuras do reino animal. Pobres animais... Criou-se uma polêmica que não para de crescer.

EQUÍVOCOS (Edição 117)

Pela força do voto popular Magé tem um novo governo...

ORGULHO (Edição 116)

Neste mês em que o Brasil homenageia um ilustre personagem de sua História, talvez o maior representante da Consciência Negra, quero reproduzir algo que fiz há muitos anos...

ATENÇÃO! (Edição 115)

Pela força do voto popular Magé tem um novo governo. Pelo que sei, é composto por pessoas com experiência em administração, ainda que da iniciativa privada.

VIRADA (Edição 114)

As deprimentes cenas de desordem e violência recentemente ocorridas em praça pública, bem no Centro de Magé, me remeteram a um artigo lido semanas atrás na revista dominical do Globo

VEM, VAMOS! (Edição 113)

Mais uma vez no olho do furacão, Magé se vê no noticiário, exposta ao ridículo em rede nacional. Até quando vai admitir a pecha do atraso? Até quando vai aceitar esmolas e se satisfazer com migalhas?

O QUE SERÁ DO AMANHÃ? (Edição 112)

Mais uma vez se aproxima o período de comemoração do aniversário da nossa cidade, nosso eterno tema, e pretendia usar este espaço para falar de seus cantos e encantos.

HOMENAGEM (Edição 111)

Ela era uma figura cativante, descolada, elegante, refinada.

ASSUNTOS (Edição 110)

Já vi (ou li...) muito cronista se queixando da falta de assunto. Acabo de constatar que o oposto também se constitui num problema.

QUANTO RISO, OH! QUANTA ALEGRIA! (Edição 109)

Palhaços, índios e gentis "senhoritas" enchiam salões e ruas, assim como o som de marchinhas e sambas enredo.

CARNAVAL (Edição 109)

O tema merece mais que umas poucas linhas. Estamos falando de uma manifestação da alma do povo brasileiro, que veio de muito longe

É NATAL. (Edição 108)

Que a paz esteja com todos

JOGO JOGADO (Edição 107)

Também gratificante foi ver que boa parte dos eleitores se envolveu nas discussões, tomou partido e escolheu de acordo com seus critérios e valores - não só por pequenas esmolas

DE SEMENTES E DE FRUTOS (Edição 106)

Há o tempo de plantar e o tempo de colher. Entre os dois, o tempo de cuidar.

PERFIL (Edição 105)

Era um homem sério, reservado, discreto - poucas palavras, gestos comedidos, parcos sorrisos.

NÃO É NOSSA (Edição 104)

Acabou, perdemos. Toda a emoção da torcida, o arroubo patriótico, o sentimento de defesa da pátria e de seus valores, tudo em vão. Perdemos.

O AMOR (Edição 103)

O amor está sempre na ordem do dia, é sempre o centro das questões, é o eixo em torno do qual gira a vida, sendo esta o resultado de um ato de amor em qualquer nível.

MÃE (Edição 102)

No último Natal recebi de meus filhos um dos melhores presentes de toda minha vida: um DVD com trechos de antigos filmes de nossa família

REAFIRMAÇÃO (Edição 101)

Há coisas que mudam com dificuldade, ou o fazem muito lentamente. Quando a mudança é necessária, é preciso insistir na lembrança e nas ações, de modo que o que tem que ser, venha a ser.

DESABAFO (Edição 100)

Há algumas semanas li em um jornal uma frase dita pelo presidente Lula aconselhando as mulheres a não se submeter aos homens “por um prato de comida”, devendo fazê-lo apenas “por amor”.

FELIZ ANIVERSÁRIO (Edição 99)

Ultimamente venho sendo perseguida por pensamentos sobre o destino da humanidade – e não estou me referindo ao aquecimento global que é uma parte do problema e não a de maior peso.

SINOS (Edição 98)

Há exatos quinze anos, inspirada nos tempos que então corriam, escrevi e publiquei o texto que agora reproduzo, porque nada mudou e porque, com toda carga simbólica da palavra, estamos em tempo de...

FESTEJOS (Edição 93)

O mês de julho tem como principal referência, no Brasil, as férias escolares de inverno.

MAGÉ: POR NEUZA CARION (Edição 92)

Magé, 444 anos de exigência, nasceu ao mesmo tempo em que o Rio de Janeiro. Porém, diferente deste, não foi sob o signo da guerra, mas da construção, da produção.

MAGÉ: SER OU NÃO SER? (Edição 91)

Muito se tem falado e escrito sobre Magé, quase sempre recriminações e reclamações.

PARTIDAS (Edição 90)

Passou o Carnaval, findaram as férias, o verão se foi e, com as águas de março, tudo começa a voltar ao normal: horários, regras, ritmo. Regularidade.

PARA PENSAR (Edição 89)

Mulher, anjo ou demônio? Os dois.

LIBERDADE, ENFIM! (Edição 88)

Começamos discutindo o medo e seu papel em nossas vidas.

UM OUTRO OLHAR SOBRE O MEDO (Edição 84)

É natural que diferentes circunstâncias gerem visões de mundo diferentes e criem regras de convívio diferentes.

UM OUTRO OLHAR SOBRE O MEDO (Edição 83)

Parece que atualmente vivemos sob o signo dele. Parece que ele se tornou parte de nosso dia-a-dia.